“Yah, para nós”
“Fui sair com uma gaja que levou um casal de homossexuais. Não tenho nada contra eles, mas aquela personagem era demais. Aquela vozinha e aqueles gestos..”, disse-me o Duarte quando o encontrei no meu caminho da estação de comboios.
“Até que se mete a contar a história do assalto. Fui assaltado. Roubaram-me o meu sinto de pele e as minhas cuecas fio dental, disse ele àquela sua maneira gestual.
“Fiquei espantado… cuecas fio dental? Para homens? Isso existe??, sabes o que ele me respondeu?
Yah, para nós!!”
Começei a rir, ao que, o Duarte vira-se para mim e me diz:
Duarte: "E não fica por aqui. Fomos a uma discoteca, assim que consegui afastei-me um bocado. Fui ao piso de cima. Quando olho para baixo, tá o gajo no meio da pista... a fazer flexões. Olha uma vergonha, é o que te digo..."
Desatei à gargalhada... inevitável
Duarte: "E não fica por aqui. Fomos a uma discoteca, assim que consegui afastei-me um bocado. Fui ao piso de cima. Quando olho para baixo, tá o gajo no meio da pista... a fazer flexões. Olha uma vergonha, é o que te digo..."
Desatei à gargalhada... inevitável

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