Carta ao Futuro

Monday, May 07, 2007

Se Maomé não vai à montanha..

Chego a casa e apercebo-me que não tenho tabaco. Ninguém em casa tem. Nada aberto nas redondezas capaz de vender o produto.
Último recurso disponível aquelas horas. Vizinho.

- Vizinho, tens tabaco?
- Não, só cachimbo.
- Ok. Pode ser. Leva-o quando formos passear os animais.

Conclusão: Nada se perde, tudo se transforma.

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